Os 7 Erros Fiscais Mais Comuns em Empresários em Nome Individual (e Como Evitá-los)

Muitos Empresários em Nome Individual acreditam que, por terem uma estrutura simples, não correm grandes riscos fiscais.

Nada podia estar mais longe da verdade.

Na prática, é precisamente nos ENI que surgem:

  • multas inesperadas

  • dívidas acumuladas

  • notificações das Finanças

  • problemas com a Segurança Social

Neste artigo explico os 7 erros fiscais mais comuns que vejo todos os dias na prática contabilística — e como evitá-los antes que se tornem um problema sério.

Erro 1: Achar que “contabilidade simples” não precisa de acompanhamento

Este é o erro número um.

Contabilidade simplificada não significa ausência de regras.
Significa apenas um método diferente de apuramento.

👉 Sem acompanhamento, surgem:

  • erros de enquadramento

  • falhas nas declarações

  • impostos mal calculados

Resultado: coimas e correções retroativas.


Erro 2: Não perceber como funciona a Segurança Social

Muitos ENI:

  • não entregam declarações trimestrais

  • entregam com valores errados

  • não acompanham os valores apurados

👉 A Segurança Social não “perdoa”.
O erro acumula e transforma-se rapidamente em dívida.


Erro 3: Confusão total com o IVA

Isenção, coeficientes, deduções, regimes…

É muito comum:

  • cobrar IVA quando não devia

  • não cobrar quando devia

  • não entregar IVA recebido

  • acreditar em informações erradas de terceiros

👉 O IVA mal tratado é um dos maiores focos de problemas fiscais.


Erro 4: Misturar contas pessoais com o negócio

Pagamentos pessoais feitos pela conta da atividade.
Receitas da atividade usadas como rendimento pessoal sem controlo.

👉 Este erro:

  • distorce resultados

  • dificulta apuramentos

  • cria incoerências graves

Em inspeções, este ponto é altamente penalizador.


Erro 5: Não entregar IRS ou entregar mal

Muitos ENI:

  • entregam IRS fora de prazo

  • não incluem corretamente os rendimentos

  • não validam os valores comunicados

👉 O IRS é o fecho fiscal do ano.
Se estiver errado, tudo o resto fica comprometido.


Erro 6: Confiar em “dicas” de amigos, gestores ou grupos

“Disseram-me que era assim.”
“Todos fazem assim.”
“No grupo disseram que não há problema.”

👉 O problema aparece sempre mais tarde — e nunca para quem deu a dica.

Fiscalidade não se decide por opinião.
Decide-se por lei e análise.


Erro 7: Adiar correções porque “agora não dá”

Este erro é silencioso e perigoso.

Quanto mais se adia:

  • maiores ficam as dívidas

  • mais difíceis são as correções

  • menos opções existem

👉 O que hoje parece pequeno, amanhã torna-se pesado.


O padrão comum em todos estes erros

Todos estes erros têm algo em comum:
❌ ausência de análise
❌ ausência de acompanhamento técnico
❌ decisões tomadas sem diagnóstico


Como evitar estes erros?

Com três passos simples, mas fundamentais:

✔ acompanhamento por Contabilista Certificada
✔ leitura correta do enquadramento fiscal
✔ diagnóstico antes de avançar ou corrigir


Diagnóstico fiscal: a ferramenta que evita problemas

Um diagnóstico permite:

  • identificar erros existentes

  • corrigir antes de multas

  • reorganizar a atividade

  • definir estratégia para o futuro

👉 É prevenção, não custo.


Para quem este artigo é essencial?

✔ Empresários em Nome Individual
✔ Prestadores de serviços
✔ Profissionais liberais
✔ Setor TVDE
✔ Quem já recebeu notificações

 

📌 Evitar erros é sempre mais barato do que corrigir depois.

Se é Empresário em Nome Individual e quer:

  • evitar multas

  • regularizar a sua situação

  • trabalhar com segurança

👉 Solicite um diagnóstico fiscal e contabilístico antes que o problema cresça.